Léo Soltz construiu sua carreira na interseção entre comunicação, mídia, negócios, reputação e construção de narrativas. Ao longo de duas décadas, atuou na criação e expansão de ecossistemas de mídia, no desenvolvimento de novos modelos de receita e na conexão entre marcas, creators, empresas e audiência.
Antes que o mercado desse nome ao que estava acontecendo, ele já estava operando. Como CEO da One Big Media, uma das principais mediatechs do país, conduziu a transformação de uma operação de 12 para 144 canais ativos em 8 verticais distintas — entretenimento, comportamento, futebol, automobilismo, esportes, gastronomia, direitos do cidadão e gospel.
A empresa se consolidou no Top 5 das maiores mediatechs do Brasil (Meio & Mensagem, 2023). E mais importante: confirmou uma tese que viria a se tornar método — atenção, comunidade e distribuição são as mesmas variáveis em qualquer mercado. O que muda é o conteúdo, não a lógica.
"Operei 8 universos. O método é replicável em qualquer um."
Sua trajetória anterior já antecipava o que viria. Estruturou o Jazz Festival Brasil, um dos mais longevos festivais de jazz do país, levando para o circuito brasileiro grandes nomes da música mundial como BB King, Natalie Cole, Ray Gelato e a Duke Ellington Orchestra. Foi também idealizador e apresentador do Startup Show — primeiro web reality show de empreendedorismo do Brasil, em parceria com IBM, Endeavor e ABStartups, premiado com missão internacional para o Vale do Silício. Em parceria com a IBM, criou a primeira competição de startups do Brasil com inteligência artificial como jurada (Watson) — anos antes da convergência entre tecnologia e mercado virar pauta.
Em 1997, concebeu a Turma do Cabralzinho — personagens infantis criados para as comemorações dos 500 anos do Brasil. O que nasceu como criação autoral se tornou, anos depois, um caso emblemático sobre direitos autorais, autoria e valor econômico da criação — vencido em primeira e segunda instâncias, agora aguardando palavra final no STJ. A experiência consolidou em Léo, antes do mercado discutir Creator Economy, uma convicção prática: criação, imagem, reputação e propriedade intelectual precisam ser tratadas como patrimônio.
Em 2024, fundou a GoFast, operação comercial que conecta marcas aos principais creators do automobilismo brasileiro — incluindo Bia Figueiredo, Boris Feldman, Reginaldo Leme e Cássio Cortes. A GoFast continua ativa, mas hoje convive com um projeto maior: o Vida de Creator.
Plataforma de educação e estratégia para a nova economia da influência, o Vida de Creator nasce do que Léo aprendeu operando 8 universos diferentes: existem milhares de creators no Brasil, mas pouquíssimos profissionais que sabem transformar audiência em receita estruturada. O método organiza essa jornada para profissionais, empresas e instituições.
Hoje, Léo dedica-se a três frentes: palestras em entidades de classe, empresas e congressos; mentorias 1:1 e em grupo para executivos, profissionais liberais e creators; e treinamentos corporativos para empresas que precisam transformar colaboradores e líderes em vozes relevantes do mercado.